Seminário Femina 2017

Seminário FEMINA - 13 a 15 de dezembro, das 13h às16h30

Feminismos, Cinema e Interseccionalidade: diálogos e estratégias de resistências

Quem participar dos 3 dias de seminário recebe um certificado de participação.

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde sua primeira edição, o Femina realiza debates e encontros que reúnem diretoras, produtores, pesquisadores, professores e outros convidados para debaterem com o público questões de gênero, sexualidades, corpos, direitos humanos, representações, entre outras temáticas. Em 2011, o Femina realizou uma Oficina de Gênero e empoderamento da mulher para profissionais e estudantes de audiovisual. E a partir de 2012, mudou o formato do seu Fórum de Debates que passou a se chamar Seminário Femina.

 

Desde 2013, o Seminário Femina é realizado em parceria com o Grappa - Grupo de Análises de Políticas e Poéticas Audiovisuais (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) que reúne pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre a Antropologia e o Cinema.

 

O grupo reúne estudos que abordam o cinema como objeto e/ou método de pesquisa em seus diversos formatos – filmes documentais, ficcionais e experimentais – a fim de debater, em interlocução com as ciências sociais, os dilemas e as potencialidades das produções audiovisuais como veículos e dinâmicas contemporâneas de (re)significação social, refletindo sobre os seus novos procedimentos de construção de sentido.

 

 

 

Feminismos, Cinema e Interseccionalidade: diálogos e estratégias de resistências

 

O Seminário Femina se propõe a ser um momento de reflexão e troca sobre as relações de gênero e suas intersecções, além de um espaço de formação. Nos últimos anos, temos acompanhado a emergência de uma Primavera Feminista no audiovisual, assim como nas ruas e hashtags, um crescente debate sobre feminismos, perpassado por questões raciais, de classe e gênero, para trazer algumas. Ao mesmo tempo, nesse período, percebemos maior movimentação em torno de temas e reflexões que estão longe de serem emergentes, e que continuam sendo necessários. Nomeamos movimentos, tipificamos questões, publicamos livros e temos pensado cada vez mais no poder das imagens – políticas em muitos sentidos. Aqui temos acompanhado a força do cinema como instrumento político, e o cinema como possibilidade de denúncia. Propomos para o seminário deste ano que os debates se desdobrem a partir do tema Feminismos, Cinema e Interseccionalidade, pois entendemos que não há apenas um tipo de Feminismo vigente. Pela necessidade de efetivamente encararmos perspectivas interseccionais no que tange às construções das imagens, aos debates sobre cinema e todas as formas de arte. Nos propomos a refletir sobre os cinemas e registros audiovisuais que têm sido produzidos nos últimos anos, sobre as motivações de novas gerações de cineastas, e as perspectivas adotadas em seus trabalhos. Mantemos o formato de três dias de debate em que mesas com diferentes temas, a princípio, dialogam e se complementam. O público alvo desse seminário são pessoas que atuam nas áreas do audiovisual, estudos de mídia, comunicação, jornalismo, internet, publicidade, produção cultural, ciências sociais, políticas públicas e demais interessados em levar para suas áreas de atuação as discussões de gênero e igualdade.

 

 

A mediação dos três dias de Seminário Femina será feita por Paloma Coelho

 

Cientista social, com mestrado e doutorado em Ciências Sociais pela PUC Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), e estágio doutoral na Universidad Carlos III de Madrid. Especialista em História da Cultura e da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, desenvolve pesquisas na área de sociologia e antropologia, abordando principalmente os temas: cinema, família, gênero, corpo e sexualidade. Integrante do Grupo de Análises de Políticas e Poéticas Audiovisuais (GRAPPA) e do Grupo de Estudos em Cultura, Contemporaneidade e Audiovisual (GRECCA).

 

 

Fala de abertura

 

Qua/Wed 13 dez 13h

 

Mulheres no audiovisual: espaços de poder e fala

Convidada: Debora Ivanov

 

Primeira mulher à frente da Ancine (Agência Nacional de Cinema) como Diretora-presidente. Debora Ivanov formou-se em Direito, cursou artes plásticas, e é produtora audiovisual. Foi sócia da Gullane Entretenimento de 2000 a 2015. Sua trajetória inclui a realização de mais de 60 obras audiovisuais - entre curtas, médias e longas-metragens, telefilmes e séries para televisão. Foi diretora do Sindicato da Indústria do Audiovisual do Estado de São Paulo - SIAESP e integrou o Conselho Consultivo da SPCine. Foi titular do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual. Fundou e foi diretora executiva do Instituto Querô, organização sem fins lucrativos, dedicado à capacitação e inserção no mercado audiovisual de jovens em situação de risco social na região portuária de Santos. 

 

 

Apresentação: Paula Alves e Ana Paula Ribeiro

 

 

Seminário 1

 

Curadoria e Crítica como espaços políticos

Nos contextos de produção, circulação e recepção audiovisual, de que formas a curadoria e a crítica se constituem como espaços e instrumentos políticos.

 

Exibição dos filmes/Film screening

 

Historiografia

Documentário/Documentary

4 min, cor/color

Brasil/Brazil, 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DIR Amanda Pó

M Amanda Pó

P Amanda Pó

 

 

 Por quem foi escrita a história?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Autopsia

Documentário-experimental/Documentary-experimental

7 min, cor/color

Brasil/Brazil, 2016

 

DIR Mariana Barreiros

R Mariana Barreiros 

F Mariana Barreiros

M Mariana Barreiros 

E Ana Paula Pimenta

 

 

 

O filme é uma inspeção de como a cultura e a mídia são responsáveis pela objetificação e desumanização da mulher e, portanto, da violência contra ela. 

 

Prêmios: 

Melhor Filme Experimental pelo Júri técnico e Melhor Filme Experimental pelo Júri da Crítica no ACCIRS (Festival de Cinema de Lajeado); Melhor Montagem e Melhor Curta etapa Rio de Janeiro na Mostra SESC de Cinema; Voto popular no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo; Melhor Filme Experimental no Cinecipó; Melhor Curta pelo público do Porta Curtas no Curta Cinema; Destaque pelo Público no FBCU; Melhor Montagem no Primeiro Plano; Menção Honrosa no Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife. 

 

 
Participantes do Seminário 1

 

Cartel Adélias
Representado por Elizabeth Martins, Franciele Campos e Monique Nix

O coletivo de mulheres produtoras de audiovisual Cartel Adélias vem atuando com a intervenção, produção e exibição de conteúdos femininos, reconhecendo o machismo como uma das principais violências deste sistema desigual e também recorrente no cinema. Para que estas violências não sejam mais a orientação para um "tratamento às minorias" ou "participações" simbólicas no cinema. Busca construir um cinema feminino organizado em teoria, em ícones, na gestão e prática de apoio e fortalecimento, incentivos, diálogos, espaços e respeito às produções e direções feitas por mulheres no audiovisual. O coletivo Cartel Adélias recebe este nome em homenagem a maravilhosa cineasta Adélia Sampaio, primeira mulher negra a dirigir um longa-metragem no Brasil.

 
Mariana Barreiros

Cineasta estreante, estuda Cinema na PUC-Rio e é formada em Artes Cênicas pela CAL. Participa de debates sobre as representações da mulher e a importância da presença feminina no audiovisual. Participou da curadoria da mostra independente de cinema feminino "Mostra das Minas" do MIS Santos. Também é integrante da comissão de Comunicação da Aldeia Maracanã que organizou a mostra de Cinema Indígena "Cinema na Aldeia" durante a Semana Pela Soberania Audiovisual.  Seu primeiro curta-metragem  AUTOPSIA foi exibido e premiado em festivais, cineclubes, ocupações e universidades.

 

Samantha Brasil

Cientista social, pesquisadora e crítica de cinema, com mestrado em Sociologia e Antropologia (UFRJ). Curadora do Cineclube Delas que tem enfoque no cinema realizado por mulheres. Integrante das Elviras - Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema, do podcast Feito por Elas que visa debater e divulgar o cinema de diretoras, do canal A Lente Escarlate, que analisa filmes brasileiros, além de colaborar regularmente escrevendo sobre cinema no Delirium Nerd e no canal Sobre Elas.

 

 

Seminário 2

 

Qui/Thu 14 dez 13h

 
Sobre poder e violência: apagamentos, assédios e a cultura do estupro

Pretendemos discutir os diferentes tipos de violência contra as mulheres, e como as imagens que produzimos e divulgamos corroboram uma cultura que naturaliza o assédio contra mulheres e a reificação do corpo feminino.

 

 

Exibição dos filmes/Film screening

 

Estado Itinerante

Ficção/Fiction

25 min, cor/color

Brasil/Brazil, 2016

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DIR Ana Carolina Soares

R Ana Carolina Soares

PE Ana Carolina Soares e Denise Flores

P Denise Flores

F Diogo Lisboa

DA Pedro Ploc

S Glaydson Mendes

E Lira Ribas, Daniela Souza, Diane Rodrigues, Maria Aparecida Loredo, Cristal Lopez, Ediney Brito e Adalberto Barbosa

 

 

A ITINERANTE FILMES

 

 

 

Vivi quer escapar de uma relação opressora. Em período de experiência como cobradora de ônibus, ela trabalha desejando não voltar para casa. A semana passa rápido, entre as paradas no ponto final e o itinerário os encontros com outras cobradoras fortalecem a mulher trabalhadora e seu desejo de fuga.

 

 

 

 

 

 

 

O mais barulhento silêncio

 

Documentário/Documentary

15 min, cor/color

Brasil/Brazil, 2016

 

 

 

 

 

 

 

 

DIR Marccela Moreno

P Jessica Menezes

F Marina Moulin & Marina Nunes

DA Camille Girouard & Duda Monteiro

S Marta Lopes

M Marccela Moreno & Helio Chrockatt

E Amanda Tedesco, Clara Anastácia, Elisa Ottoni, Karina Diniz

 

 

 

1 em 4 mulheres é estuprada até o fim da vida. A maioria por um conhecido. Culpa, repressão e naturalização da violência nos silenciam. Neste filme-ensaio 4 mulheres, em um cenário alegórico, compartilham as dolorosas memórias da violência e seus processos de descobertas enquanto vítimas de estupro, enquanto refletem sobre o que é ser mulher nesse mundo. Este mundo ele feito para nós?

 

1 in 4 women will be raped in their lifetime. Most of them by men they know. The repression and naturalization of violence silence and blind us. In this film-essay we witness and register the discovery process of four women as victims of rape by their intimate partners. In an allegorical scenery they share their painful memories and reflect upon what it is to be a woman in this world. Is this world made for us?

 

Participação em festivais:

Panorama Internacional Coisa de Cinema-Salvador 2016; Mostra das Minas-Santos 2016; Mostra de Tiradentes 2017; Festival de Málaga-Espanha 2017; Festival de Kinóki-México 2017; Terceira Mostra de Cinema Feminista-Belo Horizonte 2017; Concordia Film Festival-Canada 2017; Mostra Lugar de Mulher é no Cinema-Salvador 2017; Mostra do Filme Livre-RJ/BH 2017; Festival Internacional de Curta Metragem de Weimar-Alemanha 2017; Berlin Film Society-Alemanha 2017; Mzansi Women's Film Festival-África do Sul 2017; International Images Film Festival For Women-Zimbabue 2017; Festival de Cinema de Vitória 2017; Women Make Waves Film Festival-Taiwan 2017; Red Cross International Film Festival-Bulgaria 2017.

 

 

 
Participantes do Seminário 2:
 
Emy Lobo

Diretora, fotógrafa e idealizadora do Sobre Elas, um canal do YouTube de minidocs sobre mulheres e feitos por mulheres. Em outubro de 2017, lançou a campanha #SobreMachismoNoAudiovisual, que reúne relatos de mulheres que trabalham no cinema, TV e fotografia sobre os diversos tipos de opressão que sofrem no meio. Estudou Direção Cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e Comunicação na PUC-Rio. Em 2016 dirigiu o documentário "Nem tão amigos assim - Uma ilha entre elas e ele", filmado por ela sozinha durante uma viagem à Cuba. Seus filmes têm foco em videoativismo e são produzidos de forma independente, trabalhando na maioria das vezes sozinha.

 

Marccela Moreno

Roteirista, diretora e montadora, estudou Cinema na PUC-Rio. Trabalhou como assistente de casting em Berlim, atuou no curta “Doido Lelé” (2008) de Ceci Alves, migrou de funções até escrever e dirigir seu primeiro curta “Lemon Lips” (2011). Codirigiu, escreveu e protagonizou o curta “Por Acaso, Cidade”, vencedor do festival Curta na UERJ. Assina a direção, produção, roteiro e montagem dos videoclipes “Expressionismo Alemão” (2012), “Manhã” (2014) e "Menino Carioca" (2017) da cantora Nana, e "Cocoon" (2017) da cantora Luiza Boê. Seu curta “O Mais Barulhento Silêncio” circulou por ocupações e festivais em países como Alemanha, México, Zimbabue, Africa do Sul, Taiwan e Índia. 

 

 

 

Renata Saavedra

Jornalista (UFRJ), mestre em História (UNIRIO), pós-graduada em Sociologia Urbana (UERJ) e em Gênero e Sexualidade (UERJ). Participou da produção do “Mapa de Cultura do Rio de Janeiro”, projeto pioneiro da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, coordenado pela Diadorim Ideias. Atua como Gerente de Comunicação no Fundo ELAS, único fundo brasileiro de investimento social voltado exclusivamente para a promoção do protagonismo e dos direitos das mulheres. Dedica-se ao estudo de manifestações culturais urbanas e coletivos jovens feministas, tema da tese de doutorado em Comunicação e Cultura que desenvolve na Escola de Comunicação da UFRJ.

 

Tainá de Paula

Arquiteta e urbanista, ativista feminista, especialista em Patrimônio Cultural pela Fundação Oswaldo Cruz e Mestre em Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuou em diversos projetos de urbanização e habitação popular, pesquisando os processos de construção dos espaços de pobreza e políticas públicas de enfrentamento à desigualdade urbana. Atualmente é consultora técnica do Movimento dos Trabalhadores sem Teto do Rio de Janeiro e ativista da partidA Feminista, coletivo de mulheres que trabalha para a ampliação do protagonismo de mulheres na política.

 

 

 

Seminário 3

 

Sex/Fri 15 dez 13h

 

Debates em torno das violências contra as mulheres e o feminicídio

Em contraponto à cultura do estupro, que torna o corpo da mulher público, sujeito a permissividades, exposição e explorações, as relações opressivas se baseiam na posse, no direito ao domínio do corpo de uma mulher por um homem. Ou seja, quer seja público ou pertença a alguém, o corpo feminino não é da própria mulher. Em que medida a violência doméstica e o feminicídio são produtos de toda a sociedade? Homens, mulheres, judiciário, polícia, mídia, todos nós não estamos matando nossas mulheres?

 

 

Exibição dos filmes/Film screening

 

A boneca e o silêncio

 

Ficção/Fiction

19 min, cor/color

Brasil/Brazil, 2015

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DIR Carol Rodrigues

R Carol Rodrigues

PE Heitor Franulovic e Paulo Serpa

F Julia Zakia

DA Monica Palazzo

M Eduardo Chatagnier

E Morgana Naughty, Giovanni Gallo, Naruna Costa, Eduardo Silva.

 

 

 

 

 A solidão de Marcela ao tomar a decisão de interromper uma gravidez indesejada.

 

 

 

 

Quem matou Eloá?

 

Documentário/Documentary

24 min, cor/color

Brasil/Brazil, 2015

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DIR Livia Perez

PE Giovanni Francischelli
P Fernanda De Capua
F Cris Lyra

DA André Menezes
M Cristina Müller e Lívia Perez

E Ana Paula Lewin, Analba Teixeira, Augusto Rossini, Elisa Gargiulo e Esther Hamburger
 

 

 

 

Em 2008, Lindemberg Alves de 22 anos invadiu o apartamento da ex-namorada Eloá Pimentel de 15 anos, armado, mantendo-a refém por cinco dias. O crime foi amplamente transmitido pelos canais de TV. “Quem matou Eloá?” traz uma análise crítica sobre a espetacularização da violência e a abordagem da mídia televisiva nos casos de violência contra a mulher, revelando um dos motivos pelo qual o Brasil é o quinto no ranking de países que mais matam mulheres.

Prêmios:

Melhor Filme, Melhor Roteiro (Lívia Perez), Melhor Montagem (Lívia Perez e Cristina Muller) e Melhor Primeiro Plano, Festival Primeiro Plano; Prêmio Eder Mazini de Montagem, Memorial do Cinema Paulista; Melhor Curta-metragem (Júri Jovem), VII CachoeiraDoc; 10+ Favoritos do Público, 27º  Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo; Melhor Curta-metragem Nacional e Menção Honrosa de filme para reflexão, 9º Festival de Cinema de Triunfo; Melhor Curta Documentário, GENII Awards, Alliance for Women in Media Southern California; Melhor Filme (Categoria Mulheres), IX Encuentro Hispanoamericano De Cine Y Video Documental Independiente “Contra El Silencio Todas Las Voces”; Melhor Curta-metragem, ATLANTIDOC Festival Internacional de Cine Documental de Uruguay; Melhor Curta Paulista, Semana Paulistana do Curta-metragem.

 

 

 

Participantes do Seminário 3:
 
Deixa Ela Em Paz
Representado por Manuela Arruda

O Deixa Ela Em Paz é um coletivo feminista que faz intervenções urbanas, ações de formação para jovens mulheres e ativismo digital. O grupo se formou em 2015, e desde então  cria ações que possam trazer visibilidade às pautas feministas no contexto urbano, utilizando uma linguagem simples e direta e materiais de baixo custo. Além disso, busca incentivar mais mulheres a utilizar a rua como espaço de expressão artística e política, reconhecendo o potencial transformador da reapropriação simbólica do espaço público pelas mulheres. Suas ações abordam diversos temas que afetam as vivências das mulheres, como o enfrentamento ao machismo e à discriminação de gênero, a violência contra a mulher nas suas mais diversas formas e a liberdade e autonomia das mulheres.

 

 

Fabíola Cordeiro

Antropóloga, mestre em Saúde Coletiva (Ciências Humanas e Saúde) e doutora em Sociologia. Desde 2006 trabalha com os temas relações de gênero, sexualidades, direitos humanos e segurança pública. Têm experiência em pesquisa social qualitativa com foco em violências conjugais e em coerção e negociação sexual entre jovens. Atuou como docente em cursos de sensibilização e capacitação em relações de gênero e direitos humanos para profissionais de educação e gestores públicos. Atualmente, é pesquisadora associada ao Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero -NESEG/UFRJ, e investiga a situação das mulheres no sistema prisional fluminense.

 

Facção Feminista Cineclube

Representado por Sassá Souza, ativista e cineasta

Coletivo formado por mulheres da Baixada Fluminense que se define como uma rede de colaboração criativa independente e horizontal, com a intenção de exibir filmes de temática feminina (preferencialmente dirigidos por mulheres), ser espaço de formação feminista e estímulo de produção de conteúdo por mulheres. São integrantes da FFC: Ana Azevedo (é a cineasta? Se for o nome tá escrito errado), Ana Ribeiro, Bia Pimenta, Julianne Rodrigues, Mary Yram, Mônica Braga, Nathalie Peixoto, Nathalie Ribeiro, Nicole Peixoto, Sassá Souza.

 

Francine Barbosa

Roteirista e professora. Dirigiu e escreveu o curta-metragem CERIMÔNIA, exibido em festivais nacionais e em mostras de cinema brasileiro em Taiwan e Toronto. Foi corroteirista do documentário CANGAÍBA - LUZ E MOVIMENTO, do curta-metragem A NAVALHA DO AVÔ (vencedor de seis prêmios de roteiro em festivais) e do longa A CIDADE AQUI DENTRO (lançamento em 2018). Ministrou oficinas de roteiro na Biblioteca São Paulo, Biblioteca Villa Lobos e nos festivais Diálogo de Cinema (Porto Alegre) e Mostra Elas (Salvador). Atualmente desenvolve projetos de televisão e cinema voltados ao público adolescente e adulto, ministra aulas de roteiro e atua como parecerista em editais de audiovisual para órgãos estaduais, federais e privados.

Local das exibições e seminário

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

 

 

 

Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
CEP: 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3808-2020
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Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.