PREMIADOS - Awards

 

 

FEMINA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA FEMININO 2017

 

Premiação da Competição Internacional

 

O Prêmio para Melhor Destaque Feminino Internacional foi dividido.

 

Pela potência imagética corporificada pela dança. O Prêmio para Melhor Destaque Feminino Internacional vai para a primeira sequência de Baronesa, de Juliana Antunes, Brasil.

 

Pela diversão libertadora do autoconhecimento através dos traços animados do prazer, o Prêmio para Melhor Destaque Feminino Internacional vai para Renata Gasiorowska, animadora de Cipka (Perereca), Polônia.

 

Pela ousadia na construção de novos imaginários femininos se valendo da potencia da sexualidade e do poder do corpo e de seus desejos, o Prêmio de Melhor Direção Internacional vai para Or Sinai, pelo filme Anna, Israel.

 

Pelo recorte escolhido para apresentar um tema urgente e atual que evidencia o machismo no uso da pornografia, o Prêmio Especial do Júri da Competição Internacional vai para Share (Compartilhar), de Pippa Bianco, EUA.

 

Por trazer a questão universal da crueza e brutalidade do sistema capitalista nas relações de trabalho às quais as mulheres são submetidas, o Grande Prêmio Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino da Competição Internacional vai para Toz Bezi (Pano de limpeza), de Ahu Öztürk, Turquia.

 

 

Premiação da Competição Nacional

 

Pela força das personagens femininas e periféricas, que assumem o protagonismo e são responsáveis por apresentar um contexto comumente excluído das telas. Por borrar os limites entre documentário e ficção e desvelar, com isso, uma realidade impactante, o Melhor Longa-metragem pelo Júri Elviras foi Baronesa, de Juliana Antunes, MG.

 

Pela excelência da construção narrativa, que une o olhar documental à animação fluida e brilhantemente executada. Por abordar um tema essencial, trazendo à tona a memória da desagregação das famílias perpetrada pela ditadura, memória crucial em tempos tão sombrios, o Melhor Curta-metragem pelo Júri Elviras foi Torre, de Nádia Mangolini, SP.

 

Pela forma com que a atriz traduz as angústias de uma protagonista a partir do não dito, evidenciado por silêncios, gestos e olhares, o Prêmio de Melhor Destaque Feminino Nacional vai para Magali Biff, pelo filme Pela Janela, de Caroline Leone, SP-Argentina.

 

A diretora do filme vencedor da categoria Melhor Direção Nacional vai receber além do colar um prêmio de locação de câmera oferecido pela Youle, com validade de 1 ano.

 

Pela maneira como desvincula a experiência da transgeneridade de uma posição vitimizada para retratar a potência do corpo político enquanto forma de resistência, o premio de Melhor Direção Nacional vai para Elen Linth e Riane do Nascimento, pelo filme Maria, AM.

 

A diretora do filme vencedor do Prêmio Especial do Júri da Competição Nacional, além do colar, recebe da Link Digital um prêmio de serviço de correção de cor e encode DCP. O prêmio poderá ser usado para o filme vencedor ou num próximo trabalho da diretora em até 12 meses.

 

Pela forma inovadora como retrata uma realidade marginalizada pela sociedade e usualmente estereotipada pelo cinema, e pela construção narrativa a partir da subjetividade feminina, o Prêmio Especial do Júri da Competição Nacional vai para Baronesa, de Juliana Antunes, MG.

 

A diretora do filme vencedor do Grande Prêmio Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino da Competição Nacional recebe, além da joia, um prêmio de serviço de 20 horas de mixagem com validade de 1 ano do CTAv (Centro Tecnico audiovisual), um prêmio no valor de R$ 6 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa Naymar, com validade de 1 ano, um prêmio de serviços de acessibilidade (close caption, libras e audiodescrição) da Iguale, podendo ser usado para o filme vencedor ou num próximo trabalho da diretora em até 6 meses.

 

Pela maturidade da construção da linguagem, do discurso político, da capacidade de revisitar utopias, e de dialogar com épocas e contextos diferentes, o Grande Prêmio Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino da Competição Nacional vai para o filme A Moça do calendário, de Helena Ignez, SP.

 

 

 

FEMINA INTERNATIONAL WOMEN’S FILM FESTIVAL 2017

 

Awards of the International Competition

 

The Best International Female Participation Award was ex aequo.

 

For the imagery potency embodied by the dance. The Best International Female Participation Award goes to the first sequence of Baronesa, by Juliana Antunes, from Brazil.

 

For the liberating playfulness of self-knowledge through animated traces of pleasure, the Best International Female Participation Award goes to Renata Gasiorowska, animator of Cipka (Pussy), from Poland.

 

For the audacity in the construction of new feminine imaginaries using the potency of sexuality and the power of the body and its desires, the Best International Direction Award goes to Or Sinai, for Anna, from Israel.

 

For the approach chosen to present an urgent and current theme that evidences chauvinism in the use of pornography, the Special Jury Award of the International Competition goes to Share, by Pippa Bianco, from the USA.

 

For bringing the universal question of harshness and brutality of the capitalist system in the work relations to which women are submitted, the Grand Prix Femina International Women’s Film Festival of the International Competition goes to Toz Bezi (Dust Cloth), by Ahu Öztürk, from Turkey.

 

 

 

Awards of the National Competition

 

For the power of the feminine and peripheral characters, which take over as protagonists and are responsible for presenting a commonly excluded context from the screens. For blurring the limits between documentary and fiction and revealing, through it, an impactful reality, the Elviras Feature Film Award was Baronesa, by Juliana Antunes, from Minas Gerais.

 

For the excellence in the narrative construction, which unites a documental look to a fluid and brilliantly executed animation. For addressing an essential theme, bringing back the memory of family breakups perpetrated by the dictatorship, a crucial memory in such somber times, the Elviras Short Film Award was Torre (Tower), by Nádia Mangolini, from São Paulo.

 

For the form in which the actress translates the anguish of a protagonist from the unsaid, evidenced by silences, gestures and looks, the Best National Female Participation Award goes to Magali Biff, for Pela Janela (A Window to Rosalia), by Caroline Leone, Brazil-Argentina.

 

The director of the winner of the Best National Direction category will receive besides the necklace a camera rental award offered by Youle, valid for one year.

 

For the way in which the experience of the transgendered is detached from a victimized position to depict the power of the political body as a form of resistance, the Best National Direction Award goes to Elen Linth & Riane do Nascimento, for Maria, from Amazonas.

 

The director of the winner of the Special Jury Award of the National Competition, besides the necklace, receives from Link Digital a color correction and DCP encode service award. The award can be used for the awarded film or in a future work by the director, in up to 12 months.

 

For the innovative way in which it portrays a reality that is marginalized by society and usually stereotyped by film, and for the narrative construction from a feminine subjectivity, the Special Jury Award of the National Competition goes to Baronesa,

 

The director of the Grand Prix Femina International Women’s Film Festival of the National Competition receives, besides the necklace, a service award of 20 hours of mixing valid for one year from CTAv (Audiovisual Technical Center), an award of R$6,000.00 worth of Naymar company lighting, accessory and machinery equipment rental, valid for one year, an accessibility services award (close caption, Brazilian sign language and audio description) from Iguale, which can be used for the awarded film or in a future work by the director in up to 6 months.

 

For the maturity in the construction of film language, political speech, the capacity of revisiting utopias, and of dialoguing with different times and contexts, the Grand Prix Femina International Women’s Film Festival of the National Competition goes to A Moça do Calendário (Calendar Girl), by Helena Ignez, from São Paulo.

 

 

Local das exibições e seminário

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

 

 

 

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